segunda-feira, 17 de junho de 2013

Plano de Aula

Conteúdo: Tratamento da Informação

Série/ano: 9º ano

     Tempo: 4 aulas

Objetivo Geral: Realizar uma pesquisa de campo de interesse dos alunos.

Objetivo Específico: Organizar, representar e analisar os dados obtidos na pesquisa de campo.

Justificativa: Retomar alguns conceitos básicos trabalhados em anos anteriores durante a realização de uma pesquisa. Os alunos terão a oportunidade de participar da elaboração de uma pesquisa e organização dos dados, aplicando alguns desses conceitos.

Metodologia: Aula expositiva
  Texto contextualizado
                   Resolução de exercícios
                   Elaboração de questionários
                   Tabulação de dados
                   Construção de tabelas e gráficos
                   Laboratório de informática

Desenvolvimento: Inicialmente começaremos com a leitura de um texto sobre uma pesquisa que diz sobre o número de internautas no Brasil. Logo após a leitura passarão a resolução de exercícios e será sugerido que eles usem internet e computadores para iniciar as questões da pesquisa. Será construído um questionário que será utilizado para a coleta dos dados. Os questionários serão aplicados nas séries da escola. Logo após, eles organizarão os dados da pesquisa, tabulando os dados em tabelas e gráficos. Os resultados serão divulgados nos murais da escola.

Recursos pedagógicos e tecnológicos: Lousa, giz, computadores, internet, planilhas, caderno do aluno, calculadora, livro didático e textos contextualizados.

Avaliação: Através da observação do professor na elaboração da pesquisa, tabulação dos dados, nos registros nas tabelas, elaboração dos gráficos e análise dos gráficos nos murais da escola.

   Recuperação: Contínua para detectar as defasagens do aluno e retomar os conteúdos que não foram assimilados, respeitando a individualidade de cada um.


quarta-feira, 5 de junho de 2013

Depoimento de Leitura e Escrita

            
 
Depoimento de Gisela Cristina Mazzei

A leitura e escrita sempre estiveram presentes na minha vida desde a minha infância. Meus pais sempre me estimularam a leitura. Minha mãe foi minha primeira professora e desde meus primeiros anos de vida ela sempre contava estórias antes de dormir e fazia com que eu entrasse num mundo mágico que eu adorava. Eu adorava ler aqueles livros que nem mesmo entendia as letras mas olhando as figuras eu imaginava a estória e não via a hora de terminar a leitura para começar um outro livro.
Já na escola nos primeiros anos eu gostava de ir a biblioteca e emprestar livros. No início eu testava alguns livros para saber se eu gostava ou não daquele gênero. Mas no final acabava lendo de tudo.
Na 5ª série a professora de Português pediu a leitura do livro a Ilha Perdida. Nossa eu adorei e li o livro umas três vezes. Depois li O caso da Borboleta Atíria, O Escaravelho do Diabo e muitos outros.
No Ensino Médio tive um professor de Literatura que recitava poemas na sala de aula. Eu achava o máximo. As vezes até estranhava e mas no fundo eu gostava de ouvir. Eu li Dom Casmurro, Memórias Póstumas de Brás Cubas, e muitos outros, mas, o que mais gostei e me lembro até hoje foi Vidas Secas. Esse livro me emocionou demais. Foi o livro que me fez chorar com toda aquela situação de pobreza e miséria. Me lembro até hoje da morte da cachorra Baleia. Foi triste demais.
Ainda jovem li muito a coleção de Julia, Sabrina pois ia sempre na casa de uma prima e ela tinha um estante com a coleção desses romances. Mais tarde comecei a ler livros de Sidney Sheldon como o Outro Lado da meia-noite, A outra face, O Estranho no Espelho e muitos outros. Comecei a ficar "viciada" em leitura pois ela me levava a lugares que eu nunca tinha ido, me trazia respostas que eu procurava, me acalmava quando eu precisava e hoje sempre tenho um livro por perto e mesmo estando cansada a leitura me acalma e tranquiliza.

O Número Mágico


O número 1089 é conhecido como número mágico. Veja por que:
Escolha qualquer número de três algarismos diferentes.  Por exemplo, 925.
Agora escreva este número de trás para frente e subtraia o menor do maior, assim:
925 de trás para frente é 529
Subtraindo o menor (529) do maior (925), temos:
925 – 529 = 396
Agora some este resultado com o seu inverso, assim:
396 + 693 = 1089  -  O NÚMERO MÁGICO!
Faça a experiência com qualquer número de três algarismos diferentes e verá que o resultado será sempre 1089.

Páginas de História da Matemática

Postagem: Fernanda Guedes
A História da Ciência e, em particular, a História da Matemática, constitui um dos capítulos mais interessantes do conhecimento. Permite compreender a origem das idéias que deram forma à nossa cultura e observar também os aspectos humanos do seu desenvolvimento: enxergar os homens que criaram essas idéias e estudar as circunstâncias em que elas se desenvolveram.Assim, esta história é um valioso instrumento para o ensino/aprendizado da própria matemática. Podemos entender porque cada conceito foi introduzido nesta ciência e porque, no fundo, ele sempre era algo natural no seu momento. Permite também estabelecer conexões com a história, a filosofia, a geografia e várias outras manifestações da cultura.
Conhecendo a história da matemática percebemos que as teorias que hoje aparecem acabadas e elegantes resultaram sempre de desafios que os matemáticos enfrentaram, que foram desenvolvidas com grande esforço e, quase sempre, numa ordem bem diferente daquela em que são apresentadas após todo o processo de descoberta.
Nestas páginas queremos oferecer textos cuidadosamente embasados numa bibliografia cientificamente séria, tão atualizados quanto possível, e redigidos de uma forma simples e direta, facilmente acessível ao leitor.
Para isso, escolhemos três formas de exposição. Os textos estão ordendos segundo sua cronologia numa linha do tempo. A partir da mesma base de dados oferecemos uma seção de biografias dos grandes matemáticos e, a partir de uma reclassificação, disponibilizamos também uma apresentação de história da matemática organizada por tópicos
Os textos para esta seção, que está em construção permanente, são produzidos em sua maioria por alunos da licenciatura em matemática do IME-USP, orientados pelo Prof. Dr. Francisco César Polcino Milies

Fonte: 

Há tempos li um texto do Millôr Fernandes, sobre um romance matemático.
Decidi compartilhar hoje com vocês. Espero que apreciem a leitura
"Às folhas tantas do livro de matemática,
um quociente apaixonou-se um dia doidamente por uma incógnita.
Olhou-a com seu olhar inumerável e viu-a, do ápice à base.
Uma figura ímpar olhos rombóides, boca trapezóide,
corpo ortogonal, seios esferóides. Fez da sua uma vida paralela a dela até que se encontraram no infinito.
"Quem és tu?" - indagou ele com ânsia radical.
"Eu sou a soma dos quadrados dos catetos,
mas pode me chamar de hipotenusa".
E de falarem descobriram que eram o que, em aritmética,
corresponde a almas irmãs, primos entre-si.
E assim se amaram ao quadrado da velocidade da luz
numa sexta potenciação traçando ao sabor do momento e da paixão retas,
curvas, círculos e linhas senoidais.
Nos jardins da quarta dimensão,
escandalizaram os ortodoxos das fórmulas euclidianas
e os exegetas do universo finito.
Romperam convenções Newtonianas e Pitagóricas e, enfim,
resolveram se casar, constituir um lar mais que um lar,
uma perpendicular. 
Convidaram os padrinhos:
o poliedro e a bissetriz, e fizeram os planos, equações e diagramas para o futuro,
sonhando com uma felicicdade integral e diferencial.
E se casaram e tiveram uma secante e três cones muito engraçadinhos
e foram felizes até aquele dia em que tudo, afinal, vira monotonia.
Foi então que surgiu o máximo divisor comum,
frequentador de círculos concêntricos viciosos,
ofereceu-lhe,
a ela, uma grandeza absoluta e reduziu-a a um denominador comum.
Ele, quociente percebeu que com ela não formava mais um todo, uma unidade.
Era o triângulo tanto chamado amoroso desse problema,
ele era a fração mais ordinária.
Mas foi então que Einstein descobriu a relatividade
e tudo que era espúrio passou a ser moralidade,
como, aliás, em qualquer Sociedade ..."

Millôr Fernandes 

Professor dando aula com funk

bom dia Pessoal. Trouxe ao blog hoje, um vídeo super visto no youtube, de um professor de Química motivando seus alunos com uma aula de eletroquímica e funk. Estou compartilhando pois achei muito interessante a atitude desse professor, transformando um conteúdo difícil em música despertando o interesse dos seus alunos.




Depoimento de Leitura Escrita

Eraldo Pereira do Santos

Sempre me interessei por histórias que as pessoas contavam. Lembro dos relatos de pessoas mais velhas sobre sua vida, suas experiências, suas aventuras, descobertas, problemas, alegrias, principalmente de relatos da vida e de coisas que inventavam ou construíam. Realmente eu viajava ouvindo e imaginando como foi, como era, como foi feito, e imaginava aquela aventura com seus perigos e prazeres, que ao final, na maioria das vezes, dava tudo certo. Tinha também muitas histórias e aventuras para contar e o que ouvia me levava a imaginar outras. No decorrer da minha vida escolar tive a oportunidade de ler algumas histórias, que me davam as mesmas alegrias e emoções das que tinha ao ouvir os relatos das pessoas, principalmente aventura: Cem noites tapuias, O escaravelho do diabo, e até tentei escrever as minhas próprias histórias. Aos pouco fui perdendo o animo, as ideias eram boas, mas tinha muito erro de ortografia. Voltei às histórias contadas e a alguns programas de TV que quando criança gostava. O escritor, o poeta aos pouco foi morrendo, esvaneceu dentro de mim. Sem a escrita só ficou as lembranças.

terça-feira, 4 de junho de 2013

DEPOIMENTOS DE LEITURA E ESCRITA

ELIANA MARQUES BERNARDES

Na minha infância e adolescência li muitos livros e os da coleção Vagalume eram prioridade na escola: A Ilha Perdida, O Caso da Borboleta Atíria, O Escaravelho do Diabo, Éramos Seis e muitos outros, mas o que mais me marcou foi sem dúvida nenhuma “O Meu Pé de Laranja Lima”, que nem era dessa coleção. Ainda hoje me lembro do sofrimento do garotinho e de quanto me emocionei com essa história. Eu também lia as histórias fantasiosas e de muito amor dos livros comprados nas bancas: Júlia, Sabrina, Bianca e viajava junto pelos países mais exóticos do planeta. Li também os livros que caíam no vestibular: A Moreninha, O Guarani, Iracema, Memórias Póstumas de Brás Cubas, Memórias de um Sargento de Milícias e muito mais. Hoje minha leitura é mais direcionada e selecionada, de acordo com meu momento de vida.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Só de Sacanagem (Ana Carolina)

Meu coração está aos pulos! Quantas vezes minha esperança será posta a prova? Por quantas provas terá ela que passar?
Tudo isso que está aí no ar: malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro. Do meu dinheiro, do nosso dinheiro que reservamos duramente pra educar os meninos mais pobres que nós, pra cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais. Esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais. Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança vai ser posta a prova? Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais? É certo que tempos difíceis existem pra aperfeiçoar o aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros venha quebrar no nosso nariz. Meu coração tá no escuro. A luz é simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e todos os justos que os precederam. 'Não roubarás!', 'Devolva o lápis do coleguinha', 'Esse apontador não é seu, minha filha'. Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido que escutar! Até habeas corpus preventiva, coisa da qual nunca tinha visto falar, sobre o qual minha pobre lógica ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao culpado interessará! Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear! Mais honesta ainda eu vou ficar! Só de sacanagem!
Dirão: 'Deixe de ser boba! Desde Cabral que aqui todo mundo rouba!
E eu vou dizer: 'Não importa! Será esse o meu carnaval! Vou confiar mais e outra vez. Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos.' 
Vamo pagar limpo a quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês. Com o tempo, a gente consegue ser livre, ético e o escambal.
Dirão: 'É inútil! Todo mundo aqui é corrupto desde o primeiro homem que veio de Portugal!'
E eu direi: 'Não admito! Minha esperança é imortal, ouviram? Imortal!'
Sei que não dá pra mudar o começo, mas, se a gente quizer, vai dar pra mudar o final!